Previsão de El Niño pode impactar a aplicação de defensivos agrícolas no Brasil.

As mudanças climáticas previstas para a safra 2026/27 exigem que os produtores fiquem atentos ao planejamento da pulverização. A expectativa de ocorrência do fenômeno El Niño entre outubro e dezembro deverá afetar a distribuição de chuvas e as temperaturas em várias regiões do Brasil, o que poderá reduzir as oportunidades para a aplicação de defensivos agrícolas.
Fatores como temperatura, umidade relativa do ar, velocidade do vento e a presença de chuvas são cruciais para a eficiência desses processos. Altas temperaturas e baixa umidade podem intensificar a evaporação das gotas de defensivos, enquanto ventos fortes aumentam o risco de deriva.
✨ Lucas Zanetti, gerente de Marketing de Produtos da Massey Ferguson, destaca que monitorar as condições meteorológicas e o desempenho das máquinas favorece tomadas de decisão mais ágeis, especialmente em janelas de pulverização limitadas.
Para facilitar esse acompanhamento, o pulverizador MF 500R é equipado com uma estação meteorológica integrada, fornecendo dados climáticos diretamente da cabine. Além disso, o modelo utiliza o sistema OptiPulse, que controla individualmente os bicos e ajusta a dosagem de defensivos de acordo com a velocidade e as curvas.
Outros recursos como o nivelamento automático da barra, injeção direta de defensivos e sistemas de monitoramento operacional visam aprimorar a uniformidade da aplicação, diminuir desperdícios e otimizar os períodos favoráveis para trabalho no campo.
""Na pulverização, acompanhar o clima e contar com recursos que permitam ajustar a aplicação são formas de aproveitar melhor as janelas disponíveis ao longo da safra, reduzindo os custos de produção e aumentando a produtividade com sustentabilidade," ressalta Zanetti.
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