Medidas são necessárias para proteger a próxima safra contra a ferrugem asiática

Os agricultores enfrentam uma janela obrigatória até 24 de setembro para eliminar quaisquer plantas vivas de soja, incluindo as voluntárias, como parte de um esforço para impedir a disseminação de pragas e doenças nas lavouras.
A medida, instituída pela Portaria nº 1.579 do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), proíbe o cultivo ou manutenção de soja durante este período. Com a próxima semeadura programada para ocorrer entre 25 de setembro de 2026 e 2 de janeiro de 2027, a ação visa interromper o ciclo da ferrugem asiática, uma das doenças mais devastadoras para a soja.
✨ A ferrugem asiática pode levar a perdas de até 70% na produção se não for controlada.
Além da eliminação das plantas, os produtores também devem manter um monitoramento rigoroso nas áreas agrícolas e registrar suas lavouras no Sistema de Defesa Agropecuária (Sidago), conforme as diretrizes da Instrução Normativa nº 6/2024 da Agrodefesa.
O vazio sanitário visa interromper condições favoráveis para a sobrevivência de fungos e pragas, garantindo melhor produtividade e competitividade para a soja no estado de Goiás.
Recentemente, na Expedição Safra Goiás, foram observadas plantas voluntárias em lavouras que não foram devidamente limpas, ressaltando a urgência em seguir as orientações do vazio sanitário para proteger a próxima safra.
Receba as principais notícias e análises diretamente no seu email. Grátis e sem spam.
Gostou desta notícia? Compartilhe!
Jornalista especializado em Agronegócio

Estudo revela diferenças significativas entre bioinseticidas comerciais

Produtores enfrentam prejuízos em função da invasão dos animais

A previsão de clima quente e seco deve perdurar nas áreas produtoras.

Medida visa combater ferrugem asiática e assegurar safra saudável