Iniciativa melhora qualidade de vestimentas protetivas no Brasil

A segurança dos trabalhadores rurais que utilizam defensivos agrícolas passou a ser uma prioridade no Brasil nos últimos anos, com mudanças significativas nas diretrizes de proteção. A falta de regulamentação e padrões para vestimentas de segurança gerava incertezas, mas iniciativas passaram a transformar esse quadro.
O programa IAC de Qualidade de Equipamentos de Proteção Individual (EPI) na Agricultura, que é coordenado pelo Centro de Engenharia e Automação do Instituto Agronômico, celebra duas décadas de progresso na normatização e validação de vestimentas agrícolas.
✨ O IAC-Quepia, com selo de qualidade, elevou a confiança na indústria e reduziu índices de produtos de baixa qualidade em até 90%.
Este programa, que recebe financiamento de entidades privadas, implementou normas internacionais da ISO nos equipamentos utilizados por profissionais que aplicam agrotóxicos, além de orientar a indústria em busca de certificações. Desde sua criação, o laboratório em Jundiaí se tornou um modelo de referência na América Latina, capaz de realizar todos os testes pertinentes nessa área.
O histórico do IAC inclui uma participação ativa no desenvolvimento de normas técnicas, colaborando com organizações como a ABNT e Animaseg, além de promover a inserção internacional através de parcerias e cooperações.
Recentemente, o programa se destacou na transferência de conhecimento para nações de clima quente e com menor poder aquisitivo, enfatizando a adaptação de tecnologias e redução de custos na fabricação de vestimentas de proteção.
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Jornalista especializado em Agronegócio

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