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Agronegócio
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Soja brasileira tem exportações estáveis e preços crescentes em 2026

Brasil espera safra recorde, apesar de desafios no início do ano.

Gabriel Rodrigues07 de abril de 2026 às 18:15
Soja brasileira tem exportações estáveis e preços crescentes em 2026

O Brasil, reconhecido como o maior produtor e exportador de soja do mundo, registou um leve recuo de 1% nas exportações de soja em março de 2026, totalizando 14,52 milhões de toneladas, comparado ao mesmo mês do ano anterior, segundo dados divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex).

Apesar da queda anual, os embarques em março apresentaram um aumento significativo em relação a fevereiro, impulsionados pela colheita recém-finalizada da safra, que neste ano deve ser recorde.

Em 2026, o Brasil projeta uma safra de 180 milhões de toneladas de soja.

Desafios nas exportações

Março é historicamente um mês vital para a exportação da oleaginosa, já que é o período em que a soja é colhida. No entanto, o início do mês foi marcado por desafios, incluindo a suspensão de embarques pela Cargill e uma fiscalização fitossanitária mais rigorosa por parte do Ministério da Agricultura para as exportações destinadas à China, principal comprador do produto.

Após essas dificuldades iniciais, representantes do governo brasileiro e do setor privado realizaram uma missão à China para discutir novas regras fitossanitárias para as exportações.

Resultados financeiros

As exportações brasileiras de soja no primeiro trimestre de 2026 apresentaram um crescimento de 6,1%, totalizando 23,5 milhões de toneladas. Durante março, o preço da soja exportada foi de US$ 407,6 por tonelada, refletindo um aumento anual de 5,3%, resultando em uma receita total de US$ 5,9 bilhões.

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As exportações de petróleo rivalizaram com a soja em termos de receita, alcançando US$ 4,77 bilhões em março.

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