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Agronegócio
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Vazio sanitário da soja não para atividades nas fazendas de MT

Culturas de segunda safra têm papel crucial na rentabilidade dos produtores.

Fernanda Lima17 de junho de 2026 às 07:10
Vazio sanitário da soja não para atividades nas fazendas de MT

Durante o vazio sanitário da soja, iniciado em 8 de junho e que se estende até 6 de setembro, as fazendas em Mato Grosso continuam em atividade com outras culturas, como milho, algodão, sorgo, gergelim e milheto.

Essa medida visa controlar a ferrugem asiática, mas não impede que os agricultores mantenham suas propriedades produtivas e ainda garantam rentabilidade com safras alternativas.

As culturas de segunda safra são fundamentais para a rentabilidade dos produtores durante o vazio sanitário.

O milho, quando consorciado com a braquiária, traz benefícios adicionais, como a formação de palhada que melhora a qualidade do solo e conserva a umidade. Práticas de manejo fitossanitário, controle de ervas daninhas, seleção de cultivares e cobertura do solo são essenciais para o futuro da soja.

Os agricultores também devem se atentar para eliminar qualquer planta viva de soja nas lavouras, rodovias e áreas de armazenamento, com o intuito de interromper o ciclo da doença.

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Hoje não temos soja no campo, até porque o plantio é proibido durante o vazio sanitário. Mas isso não significa que a atividade para. O milho de segunda safra tem participação fundamental na rentabilidade do produtor. Além dele, culturas como algodão, sorgo, gergelim e milheto seguem em desenvolvimento e exigem manejo constante.

Esse período é estratégico para o planejamento da próxima safra de soja 2026/27, onde as decisões e manejos realizados agora terão um impacto direto nos resultados futuros que os produtores desejam alcançar.

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