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Governo concede cota extra de tainha após pressão de parlamentares

Decisão impacta pescadores de Santa Catarina após críticas ao fechamento antecipado da safra

João Pereira15 de junho de 2026 às 16:15
Governo concede cota extra de tainha após pressão de parlamentares

O governo federal atendeu à forte pressão política e liberou uma cota adicional de 430 toneladas para a pesca da tainha em Santa Catarina, decisão que chega após intensas críticas da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA).

Mudança na decisão do Ministério da Pesca e Aquicultura

A nova cota foi anunciada pelo Ministério da Pesca e Aquicultura, que antes tinha determinado o encerramento antecipado da safra de tainha na modalidade de arrasto de praia, pois a cota prevista para 2026 já havia alcançado 90%.

A pesca da tainha é vital para a subsistência de muitas famílias em Santa Catarina.

A decisão inicial, que restringia a pesca, provocou descontentamento entre pescadores e autoridades. Eles enfatizaram que a tainha é um recurso migratório e que as condições climáticas nesta temporada limitaram a captura total nas comunidades litorâneas.

"

A atividade de pesca é essencial para a sobrevivência de milhares de famílias catarinenses

Daniela Heiner, deputada.

Divisão da cota extra

  • 1Centro Norte: 230 toneladas
  • 2Centro Sul: 200 toneladas

Com a regulamentação atualizada, os pescadores artesanais do litoral de Santa Catarina têm permissão para retornar ao mar assim que a nova portaria for publicada.

Vitória da comunidade pesqueira

A autorização para a cota extra é percebida como uma conquista significativa para os pescadores, que dependem da atividade para sustentar suas famílias. O apoio da bancada catarinense no Congresso foi fundamental para a alteração na decisão do governo.

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