Governo concede cota extra de tainha após pressão de parlamentares
Decisão impacta pescadores de Santa Catarina após críticas ao fechamento antecipado da safra

O governo federal atendeu à forte pressão política e liberou uma cota adicional de 430 toneladas para a pesca da tainha em Santa Catarina, decisão que chega após intensas críticas da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA).
Mudança na decisão do Ministério da Pesca e Aquicultura
A nova cota foi anunciada pelo Ministério da Pesca e Aquicultura, que antes tinha determinado o encerramento antecipado da safra de tainha na modalidade de arrasto de praia, pois a cota prevista para 2026 já havia alcançado 90%.
✨ A pesca da tainha é vital para a subsistência de muitas famílias em Santa Catarina.
A decisão inicial, que restringia a pesca, provocou descontentamento entre pescadores e autoridades. Eles enfatizaram que a tainha é um recurso migratório e que as condições climáticas nesta temporada limitaram a captura total nas comunidades litorâneas.
"A atividade de pesca é essencial para a sobrevivência de milhares de famílias catarinenses
Divisão da cota extra
- 1Centro Norte: 230 toneladas
- 2Centro Sul: 200 toneladas
Com a regulamentação atualizada, os pescadores artesanais do litoral de Santa Catarina têm permissão para retornar ao mar assim que a nova portaria for publicada.
Vitória da comunidade pesqueira
A autorização para a cota extra é percebida como uma conquista significativa para os pescadores, que dependem da atividade para sustentar suas famílias. O apoio da bancada catarinense no Congresso foi fundamental para a alteração na decisão do governo.
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