A importância de ouvir o coração ao decidir nas eleições e as implicações sociais da necropolítica.

Com as eleições se aproximando, muitos começam a refletir sobre o futuro do país e suas decisões. Uma lembrança especial vem à tona, quando minha filha mais velha, aos 6 anos, questionou: 'Mãe, como faço para saber se uma coisa que vou fazer é certa ou errada?' Essa conversa me fez perceber o valor de um simples diálogo com as crianças.
Ao orientá-la a perguntar ao seu coração, a resposta foi surpreendente. Ela descartou uma ideia errada quando sentiu tristeza ao considerar uma ação desonesta. Essa história me leva a compartilhar um apelo com os leitores: ao votar, escutem seus próprios corações para perceber se as escolhas trazem alegria ou tristeza.
✨ A necropolítica, conceito que descreve como o Estado decide quem vive e quem morre, é uma realidade que devemos desafiar ao agirmos com empatia.
Inspiradora foi minha experiência ao observar, recentemente, uma pessoa em situação de rua em São Paulo. Sentimentos como culpa e horror tomaram conta de mim. É fundamental que não normalizemos essas realidades. Estudos mostram que a inação cria uma anestesia empática, ligando-nos à saúde pública de forma negativa, enquanto atos de bondade promovem bem-estar e saúde.
Portanto, ao pensarmos em quem apoiar nas próximas eleições, lembre-se: a empatia e a vida devem guiar nossas escolhas. O impacto da omissão governamental na pandemia ainda ressoa, e amar nosso país implica em exigir líderes que realmente valorizem a vida.
Em tempos difíceis, como as eleições, a reflexão sobre nossas decisões pode ser a chave para reverter a trajetória do nosso país. A escolha é sempre sua, mas ela deve vir do coração, apoiada pela ciência e pela empatia.
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Jornalista especializado em Brasil

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