Entenda como a fusão nuclear e a espectroscopia ajudam a analisar os corpos celestes.

As estrelas são esferas autogravitantes de gás ionizado, compostas majoritariamente por hidrogênio e hélio. Aproximadamente 90% da estrutura estelar é composta por hidrogênio, enquanto 9% são hélio. Os demais elementos químicos, que correspondem a cerca de 1% a 2%, são referidos como 'metais' na astronomia.
A energia que emana destes corpos celestes provém do processo de fusão nuclear, onde os átomos de hidrogênio se tornam hélio e, nas fases mais avançadas, se transformam em elementos mais pesados. Este processo é fundamental para a manutenção da estrutura estelar, ocorrendo sob condições extremas de pressão e gravidade.
✨ Os cientistas determinam a composição química das estrelas por meio da espectroscopia, analisando as linhas de absorção e emissão geradas quando a luz das estrelas passa pela atmosfera gasosa.
As estrelas podem variar em massa entre 0,08 e 100 vezes a massa do Sol, que é equivalente a 1,9891 × 10³⁰ kg. As temperaturas superficiais das estrelas não colapsadas variam de 2.500 K a 30.000 K, enquanto que objetos colapsados, como anãs brancas, podem atingir até 200.000 K, e estrelas de nêutrons superam 1.500.000 K.
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Jornalista especializado em Ciência

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