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El Niño se confirmará em junho, aponta NOAA

Fenômeno climático poderá impactar clima no Brasil e em outras regiões do mundo.

Fernanda Lima24 de maio de 2026 às 13:05
El Niño se confirmará em junho, aponta NOAA

Dados mais recentes da Administração Nacional Oceânica e Atmosférica (NOAA) confirmam a iminente formação do El Niño, com previsão de seu início oficial em junho. O fenômeno, que irá aquecer as águas do Pacífico, poderá ter um impacto significativo em diferentes regiões do planeta.

O El Niño poderá trazer aumento nas chuvas para o Sul do Brasil e secas no Nordeste.

Desde o ano passado, o monitoramento das temperaturas no Pacífico Equatorial indicava a probabilidade de um ano marcado pelo El Niño em 2026. A Climatempo informa que até setembro deste ano, a temperatura das águas pode se elevar consideravelmente entre a costa do Peru e o meio do Pacífico, sinalizando uma intensidade potencialmente forte do fenômeno.

Impactos globais do El Niño

O aquecimento das águas não afeta apenas o oceano, mas altera também a atmosfera. Esse fenômeno muda o padrão dos ventos e da pressão atmosférica, impactando a quantidade e a distribuição das chuvas. Em anos de El Niño, algumas áreas, como a Califórnia, costumam ser beneficiadas com mais chuvas, enquanto partes do sul da África, Índia e Austrália enfrentam secas.

Consequências para o Brasil

No Brasil, o El Niño tende a ocasionar chuvas intensas no Sul do país, ao mesmo tempo em que aumenta o risco de seca na região Amazônica e no Nordeste. Além disso, há um aumento na probabilidade de ondas de calor, especialmente durante a primavera.

Embora a Climatempo aponte para um El Niño forte em 2026, a meteorologia ainda não é capaz de afirmar que será um super El Niño, já que os efeitos observados em anos anteriores nem sempre se repetem da mesma forma. Portanto, os riscos de secas, enchentes e incêndios precisam ser monitorados ao longo do tempo.

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