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Europa atinge 44°C enquanto Sul do Brasil registra -8,7°C

Mudanças climáticas intensificam contraste de temperaturas globais

João Pereira25 de junho de 2026 às 16:25
Europa atinge 44°C enquanto Sul do Brasil registra -8,7°C

Na última terça-feira, a Europa suportou uma onda de calor sem precedentes, com a cidade de Piss, na França, alcançando a impressionante marca de 44,3°C. Este evento climático marca o dia mais quente já registrado na região desde o começo das medições em 1947, conforme relatado pelo serviço meteorológico francês.

Por outro lado, o Sul do Brasil enfrenta um inverno rigoroso, com temperaturas caindo até -8,7°C em Bom Jardim da Serra. Isso demonstra um contraste extremo nos padrões climáticos enfrentados em duas partes do mundo.

Calor intenso na Europa

A onda de calor que afeta a Europa trouxe sérias preocupações, resultando em pelo menos 40 mortes correlacionadas ao calor, com a maioria sendo idosos e crianças que tentavam encontrar alívio em fontes de água. O meteorologista Artur Miller afirmou que, mesmo durante a noite, as temperaturas na França não baixaram de 37°C, forçando o cancelamento de diversos eventos ao ar livre devido ao calor extremo.

Frio intenso no Sul do Brasil

Enquanto isso, o Sul do Brasil está passando por um inverno rigoroso, com registros de temperaturas que não ultrapassam os -8,7°C. Entretanto, há uma expectativa de melhora na previsão a partir da sexta-feira, quando se espera um aumento gradativo das temperaturas. No entanto, a geada continua sendo uma possibilidade nas áreas mais frias, especialmente no norte do Rio Grande do Sul e em Santa Catarina.

Impactos climáticos e previsões futuras

O fenômeno El Niño também está exercendo influência nas variações climáticas observadas nessas regiões. Em escala global, o mês de maio foi informado como o segundo mais quente da história. Projeções indicam que 2027 poderá ser o ano mais quente que já existiu, superando 2024, reforçando o alerta sobre a necessidade de atenção em relação às mudanças climáticas em curso.

Mudanças climáticas exigem adaptação e vigilância constante nas previsões meteorológicas.

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