Fenômeno climático promete um inverno menos rigoroso em 2026.

O inverno no Hemisfério Sul teve início às 5h24 deste domingo, 21 de junho, e promete ser mais ameno neste ano, influenciado pelo fenômeno climático El Niño.
De acordo com a Agência Nacional Americana de Oceanos e Atmosfera (Noaa), o El Niño, que resulta no aquecimento das águas do Oceano Pacífico na região equatorial, já foi confirmado. Esse fenômeno pode resultar em um inverno menos rigoroso no Brasil, com temperaturas mais altas do que o normal.
"As mudanças proporcionadas pelo El Niño dificultam a chegada de frentes frias, especialmente em São Paulo e partes do Centro-Oeste
✨ El Niño pode trazer mais chuvas ao Sul, com potencial para eventos extremos.
Além das temperaturas elevadas, há a possibilidade de um aumento nas chuvas, especialmente na região Sul do Brasil. Este cenário já é comum no inverno, mas com a influência do El Niño, a intensidade e a frequência das chuvas podem ser acentuadas, resultando em temporais de curta duração, mas muito fortes.
Ainda que o El Niño traga certas tendências, prever seus efeitos exatos é um desafio. O meteorologista alerta que, em razão do aquecimento global, a precisão das previsões climáticas tem se complicado. Fenômenos climáticos podem ter durações facilmente alteradas, com temperaturas quentes se estendendo por um período mais prolongado do que o habitual.
O inverno é uma estação do ano caracterizada pela menor incidência de radiação solar sobre uma parte da Terra. No Hemisfério Sul, isso ocorre enquanto o Hemisfério Norte vive o verão.
Como o Brasil é um país de grandes dimensões territoriais, a experiência do inverno varia bastante de uma região para outra. Em Chuí (RS), por exemplo, os dias têm menos de 10 horas de luz, enquanto em Macapá, situado na linha do Equador, os horários de nascer e pôr do sol são praticamente constantes.
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