Desenvolvimento do El Niño provoca temperaturas superiores a 1,5°C

Setembro de 2026 foi marcado como o segundo mês mais quente já registrado globalmente, com temperaturas superiores a 1,5°C em comparação aos níveis pré-industriais. Esse aumento de temperatura é consequentemente atribuído ao forte desenvolvimento do fenômeno El Niño, que impactou a temperatura da superfície do mar, conforme revelado pelo serviço de mudanças climáticas europeu Copérnicos.
A temperatura da superfície do mar no Oceano extrapolou, atingindo um recorde para o mês de setembro, o que pode resultar em um ano de 2027 ainda mais quente e seco. Essa situação colocará em risco a agricultura, especialmente no Brasil.
As previsões indicam que 2027 poderá ser muito quente e seco, com risco de incêndios florestais semelhantes aos de 2024. Espera-se que as temperaturas se mantenham acima da média nas regiões nordeste e norte do Brasil.
Nos próximos dias, as chuvas devem se intensificar, com a previsão de temporais em várias regiões, incluindo Mato Grosso, São Paulo e Sul de Minas Gerais. O acumulado de chuvas em São Paulo pode ultrapassar 150 mm na primeira semana de novembro, tornando este mês o mais chuvoso da história da cidade.
Embora as chuvas sejam benéficas para os reservatórios, os produtores rurais e a população em geral devem considerar a previsão de temperaturas mínimas abaixo de 10°C após as chuvas.
✨ Setembro de 2026 salvo como o segundo mês mais quente da história, com implicações severas para o clima e a agricultura global.
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Formação de condições favoráveis para precipitações nesta sexta-feira, 18 de setembro.

Previsão mostra variação de céu nublado e chuvas fracas até 2 de agosto

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