Exploradores rastreiam o autor da mensagem, geofísico maltês Tom Moran, após pesquisa internacional.

Uma garrafa de vidro esquecida no deserto do Egito, contendo uma mensagem escrita em maio de 1977, foi descoberta por um guia beduíno. Este achado deu início a uma busca de quase cinco décadas, ligando a história de seu autor, Tom Moran, à sua família em Malta.
A descoberta teve lugar na região de Wadi Jadid, no Deserto Ocidental do Egito, onde o guia Suleiman Zidan encontrou o recipiente protegido pela areia próximo a vestígios de antigas rotas de caravanas. O papel permaneceu intacto por quase 50 anos, trazendo anotações sobre o autor e um endereço em Malta.
✨ A investigação internacional revelou que a mensagem conectava Tom Moran, um geofísico maltês, a sua família, reactivando memórias há muito esquecidas.
Determinados a desvendar o mistério, Zidan e seu primo, Ayman Zidan, enviaram uma fotografia da nota para o jornal Times of Malta. Através da colaboração com pesquisadores, cruzaram informações com registros públicos de 1981, que confirmaram o sobrenome Moran na rua indicada.
O reconhecimento da caligrafia teve um papel decisivo: Carmen Rossiter, irmã de Tom, reconheceu imediatamente a letra ao ver a imagem. Mesmo falecido em 1998, Moran teve sua memória revivida por esta descoberta que atuou como uma cápsula do tempo, conectando sua história familiar a 1977.
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