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economia
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Balança comercial do Brasil avança com aumento nas exportações

Superávit se eleva e resultados mostram variações significativas

Gabriel Rodrigues15 de julho de 2026 às 11:45
Balança comercial do Brasil avança com aumento nas exportações

Na segunda semana de julho de 2026, a balança comercial do Brasil apresentou um superávit de US$ 4,54 bilhões, um aumento de 86,7% em relação ao mesmo período do ano anterior. Esse crescimento é impulsionado principalmente pelo incremento das exportações, que somaram US$ 13,39 bilhões, refletindo um acréscimo de 19,8%.

As importações também cresceram, mas de forma mais moderada, totalizando US$ 8,84 bilhões, avanço de apenas 1,2%. O resultado geral trouxe uma corrente de comércio de US$ 22,23 bilhões, elevando-se em 11,6%.

Desempenho das exportações e importações

No acumulado do ano, até a segunda semana de julho, as exportações atingiram US$ 198,16 bilhões, um aumento de 11,7% comparado ao mesmo intervalo de 2025. As importações chegara a US$ 151,26 bilhões, apresentando um crescimento de 5%. O saldo comercial acumulado foi de US$ 46,90 bilhões, refletindo um avanço de 40,7%.

As exportações de julho destacaram-se nas categorias de produtos agropecuários, minerais e manufaturados.

Detalhes sobre exportações de julho

As vendas no setor agropecuário, que movimentaram US$ 2,89 bilhões, tiveram um aumento de 16,3%. A indústria extrativa cresceu 28,1%, totalizando US$ 3,31 bilhões, enquanto a indústria de transformação arrecadou US$ 7,09 bilhões, alta de 17%.

Entre os produtos que impulsionaram as vendas, destacam-se as exportações de soja, algodão em bruto e carne de aves. No entanto, algumas categorias registraram queda, como o milho não moído e o café não torrado.

Análise das importações

Em contrapartida, as importações da agropecuária caíram 9,6%, totalizando US$ 160 milhões. Contudo, a indústria extrativa apresentou um crescimento significativo de 64,1%, atingindo US$ 570 milhões, enquanto as importações na indústria de transformação se mantiveram em US$ 8,05 bilhões, uma leve queda de 1,4%.

Os produtos que fomentaram as importações incluem cevada, milho não moído e produtos hortícolas, enquanto houve uma redução nas compras de trigo e soja.

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