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economia
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BNDES defende crédito subsidiado e nega impactos na Selic

Aloizio Mercadante justifica subsídios e discute suporte ao agronegócio

Carlos Silva17 de maio de 2026 às 22:15
BNDES defende crédito subsidiado e nega impactos na Selic

No último domingo (17), o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, declarou que a concessão de crédito subsidiado pelo banco não afeta a política monetária brasileira, enfatizando a relevância de problemas no sistema financeiro, como o caso Banco Master, para a taxa Selic.

Em uma aparição no programa Canal Livre da Band, Mercadante defendeu o crédito dirigido a setores estratégicos, com ênfase no agronegócio. Ele ressaltou que apenas 23% da carteira do BNDES contém subsídios, um valor considerado pequeno em relação ao total de crédito disponível na economia.

Aloizio Mercadante afirma que subsídios no crédito são essenciais para certas atividades, como a agricultura.

Durante a entrevista, o presidente do BNDES apontou que episódios de calote, como o do Banco Master, impactam mais a percepção de risco entre investidores, resultando em uma possível elevação das taxas de juros. Ele mencionou um prejuízo de R$ 51 bilhões relacionado a esse caso, embora não tenha fornecido detalhes sobre a insituição ou a posição do Banco Central a respeito.

Créditos e Agricultura

Mercadante associou a conversa sobre crédito às atividades estratégicas, destacando a necessidade de subsídios para o agronegócio, especialmente em tempos de aumento de custos. Ele mencionou o aumento significativo nos preços dos fertilizantes, que subiram cerca de 50% devido aos conflitos entre Rússia e Ucrânia e no Oriente Médio, impactando diretamente os custos de produção agrícola.

Os altos custos de fertilizantes têm um efeito direto nas margens de lucro dos produtores rurais.

Contexto

Mercadante propôs o aumento de investimentos na produção interna de fertilizantes para diminuir a dependência das importações, mas não forneceu informações sobre prazos ou valores para essas iniciativas.

Sem detalhes adicionais sobre medidas específicas, o impacto das propostas depende de futuras definições em políticas de crédito e investimento industrial.

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