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Economia
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BNDES defende crédito subsidiado e nega impactos na Selic

Aloizio Mercadante justifica subsídios e discute suporte ao agronegócio

Carlos SilvaAtualizado 18 de maio às 01:15
A
BNDES defende crédito subsidiado e nega impactos na Selic

No último domingo (17), o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, declarou que a concessão de crédito subsidiado pelo banco não afeta a política monetária brasileira, enfatizando a relevância de problemas no sistema financeiro, como o caso Banco Master, para a taxa Selic.

Em uma aparição no programa Canal Livre da Band, Mercadante defendeu o crédito dirigido a setores estratégicos, com ênfase no agronegócio. Ele ressaltou que apenas 23% da carteira do BNDES contém subsídios, um valor considerado pequeno em relação ao total de crédito disponível na economia.

✨ Aloizio Mercadante afirma que subsídios no crédito são essenciais para certas atividades, como a agricultura.

Durante a entrevista, o presidente do BNDES apontou que episódios de calote, como o do Banco Master, impactam mais a percepção de risco entre investidores, resultando em uma possível elevação das taxas de juros. Ele mencionou um prejuízo de R$ 51 bilhões relacionado a esse caso, embora não tenha fornecido detalhes sobre a insituição ou a posição do Banco Central a respeito.

Créditos e Agricultura

Mercadante associou a conversa sobre crédito às atividades estratégicas, destacando a necessidade de subsídios para o agronegócio, especialmente em tempos de aumento de custos. Ele mencionou o aumento significativo nos preços dos fertilizantes, que subiram cerca de 50% devido aos conflitos entre Rússia e Ucrânia e no Oriente Médio, impactando diretamente os custos de produção agrícola.

✨ Os altos custos de fertilizantes têm um efeito direto nas margens de lucro dos produtores rurais.

Contexto

Mercadante propôs o aumento de investimentos na produção interna de fertilizantes para diminuir a dependência das importações, mas não forneceu informações sobre prazos ou valores para essas iniciativas.

Sem detalhes adicionais sobre medidas específicas, o impacto das propostas depende de futuras definições em políticas de crédito e investimento industrial.

Carlos Silva

Jornalista especializado em Economia com mais de 10 anos de experiência. Apaixonado por contar histórias que fazem a diferença.

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