Investidores reagem a melhora do apetite por risco antes de contatos diplomáticos sobre Oriente Médio.

As bolsas europeias fecharam em alta nesta segunda-feira, apoiadas pela queda firme do petróleo e dos rendimentos soberanos, que aliviaram os temores de inflação e beneficiaram ações de tecnologia, bancos e setores mais sensíveis ao ciclo econômico.
O movimento também foi impulsionado pela expectativa de novos contatos diplomáticos sobre o Oriente Médio e conversas entre Estados Unidos e China ao longo da semana.
Em Londres, o FTSE 100 registrou aumento de 0,75%, fechando a 10.739,01 pontos. O DAX de Frankfurt subiu 1,07%, enquanto o CAC 40 de Paris ganhou 0,92%. O FTSE MIB em Milão avançou 1,60% e o Ibex 35 em Madri subiu 1,26%. Lisboa também viu o PSI 20 crescer 0,79%.
✨ A queda do petróleo pela quarta sessão consecutiva aliviou a pressão sobre os mercados de dívida, sinalizando uma reversão parcial do prêmio de risco geopolítico.
No entanto, a ANZ alertou que o conflito ampliado no Oriente Médio ainda mantém riscos elevados à oferta de petróleo do Golfo Pérsico.
Entre as ações, os setores de bancos e tecnologia se destacaram, com ganhos de 1,8% e 1,7%, respectivamente. O Société Générale teve alta de 2,1% após apresentar novas metas de rentabilidade.
No setor de semicondutores, empresas como ASML, Infineon e STMicroelectronics também reportaram ganhos sólidos. Por outro lado, as petrolíferas enfrentaram queda, com BP e Shell fechando em baixa.
Em Copenhague, a Novo Nordisk caiu 7,6% após anunciar novas metas de crescimento.
Receba as principais notícias e análises diretamente no seu email. Grátis e sem spam.
Gostou desta notícia? Compartilhe!
Jornalista especializado em Economia

Moeda americana recua mesmo com alta do DXY e cenário de tensão global

Movimentações do mercado refletem dados de inflação e guerra no Oriente Médio

Ações na China e na Coreia do Sul avançam antes de reunião entre Trump e Xi Jinping.

A moeda norte-americana opera a R$ 5,1338 com queda de 0,34% nesta quinta-feira.