Voltar
economia
2 min de leitura

Brasil se destaca em comércio internacional, afirma presidente da ApexBrasil

Laudemir Müller revela novas oportunidades de exportação para produtos brasileiros.

Gabriel Rodrigues17 de julho de 2026 às 13:05
Brasil se destaca em comércio internacional, afirma presidente da ApexBrasil

Laudemir Müller, presidente da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), destacou que o Brasil é visto positivamente no mercado internacional, sendo reconhecido como um país estável e aberto a novas oportunidades comerciais.

Desde 2023, o Brasil abriu 651 novos mercados para seus produtos do agronegócio. A declaração foi feita durante uma coletiva de imprensa a respeito da recente tarifa de 25% imposta pelos Estados Unidos a itens brasileiros.

Müller mencionou que o cenário global está oferecendo novas oportunidades para o Brasil, citando acordos importantes como o Mercosul-União Europeia, que entrou em vigor no dia 1º de março, além de novas negociações com o Japão e um acordo proposto com o Efta.

O impacto da nova tarifa pode inviabilizar negócios em alguns setores.

Entre os setores mais prejudicados pela tarifa de 25%, ele ressaltou móveis, cosméticos, plásticos, calçados, materiais elétricos e máquinas. O presidente da ApexBrasil também comentou que o governo está avaliando o impacto e a competitividade de cada setor diante da nova condição.

Müller alertou que em alguns casos, como no setor de pescados, a tarifa poderia inviabilizar operações, embora este setor esteja temporariamente isento. Ele também observou que os Estados Unidos enfrentam dificuldades em diversificar suas importações de produtos como café e mel.

Com relação às negociações com os EUA, Müller assegurou que a ApexBrasil continuará colaborando com o setor privado para enfrentar os desafios impostos pela nova tarifa, evitando prejuízos aos exportadores brasileiros.

Não perca nenhuma notícia!

Receba as principais notícias e análises diretamente no seu email. Grátis e sem spam.

Ao assinar, você concorda com nossa política de privacidade.

Gostou desta notícia? Compartilhe!

Mais de economia