Medidas visam responsabilizar ex-diretores e reforçar governança

Os acionistas do Banco de Brasília (BRB) decidiram nesta segunda-feira (24) ajuizar ações civis contra ex-administradores que foram envolvidos em prejuízos decorrentes de operações relacionadas ao caso Master e à Reag Investimentos. Esta medida é crucial para a continuação das investigações lideradas pela Polícia Federal e outros órgãos competentes.
O BRB afirmou que a decisão reafirma seu compromisso com a transparência e a governança, além de visar o possível ressarcimento dos danos causados ao patrimônio do banco. "A medida reforça o compromisso do BRB com a transparência, a governança e a defesa dos interesses dos acionistas", destacou a instituição em nota.
Paulo Henrique Costa, ex-presidente do BRB, encontra-se em prisão preventiva desde 16 de abril, sob investigação da Polícia Federal. Ele é suspeito de ter recebido R$ 140 milhões em imóveis de luxo como forma de propina relacionada à aquisição do Banco Master pelo BRB. O esquema de fraudes pode resultar em perdas de até R$ 12 bilhões.
Atualmente, o BRB ainda não divulgou seu balanço referente ao exercício de 2025, cujo prazo se encerrou em 31 de março. Paralelamente, o governo do Distrito Federal busca um empréstimo de R$ 6,6 bilhões com um conjunto de bancos, mas enfrenta dificuldades nas negociações.
✨ BRB estima perdas de até R$ 12 bilhões em fraudes financeiras.
O banco reitera que todas as decisões relacionadas aos seus investimentos são tomadas com base em critérios técnicos e regulatórios, sempre visando a proteção dos interesses de seus acionistas e demais partes interessadas.
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