Instituto Nacional de Estatísticas e Censos aponta aumento no primeiro semestre do ano.

A pobreza na Argentina voltou a crescer, passando de 28,2% para 32,3% no primeiro semestre de 2026, conforme relatório do Instituto Nacional de Estatísticas e Censos (Indec) divulgado nesta quinta-feira (24).
O índice observou um crescimento após dois anos consecutivos de redução, quando, em 2024, 52,9% da população argentina, cerca de 47 milhões de pessoas, vivia na pobreza.
Além da pobreza, a taxa de indigência também aumentou, chegando a 7,5%. O Indec considera pobres aqueles cuja renda não é suficiente para cobrir uma cesta básica de aproximadamente 340 dólares (cerca de R$ 1.761).
✨ Cerca de 30 mil empresas fecharam desde que o presidente Javier Milei assumiu o cargo, contribuindo para o aumento do desemprego, que alcançou 7,9%, o maior nível desde 2021.
A situação da pobreza também afeta as crianças, com 44,5% das crianças de até 14 anos vivendo em condições de pobreza, sendo que 10,8% delas encontram-se na indigência.
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Jornalista especializado em Economia

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