Dívida do governo segue em 83% do PIB, prevê mercado
Expectativa de déficit primário aumenta segundo dados do Ministério da Fazenda

O mercado financeiro ajustou suas previsões, indicando um aumento no déficit primário do governo, que deve alcançar R$ 59,01 bilhões em 2026, conforme relatório divulgado pelo Ministério da Fazenda nesta segunda-feira (15).
Perspectivas de Déficit e Dívida
A mediana das estimativas para o déficit primário foi revisada em relação ao mês anterior, quando indicava um resultado de R$ 57,82 bilhões. A expectativa para a Dívida Bruta do Governo Geral (DBGG) permanece estável em 83% do PIB, enquanto para 2027, essa previsão subiu ligeiramente de 86,45% para 86,50% do PIB.
✨ O Prisma Fiscal, ferramenta desenvolvida pela Secretaria de Política Econômica, capta as expectativas do setor privado sobre variáveis fiscais.
Expectativas de Inflação e Arrecadação
Em relação à inflação, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) também está com as expectativas elevadas. Para 2026, a previsão de inflação aumentou de 4,75% para 5,18% este ano. Esse índice é crucial para avaliar o poder de compra dos salários dos trabalhadores de menor renda.
Além disso, as previsões de arrecadação federal para 2026 passaram de R$ 3,14 trilhões para R$ 3,15 trilhões. No entanto, a expectativa de receita líquida caiu de R$ 2,56 trilhões para R$ 2,55 trilhões, refletindo um cenário desafiador em termos fiscais.
"As despesas totais do governo também estão em ascensão, passando de R$ 2,615 trilhões para R$ 2,616 trilhões.
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