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economia
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Governo Federal Propõe Medida para Controlar Preço do Diesel em 17 estados

Estados buscam unidade na ação contra a alta dos preços do diesel devido à pressão externa.

Giovani Ferreira31 de março de 2026 às 14:45
Governo Federal Propõe Medida para Controlar Preço do Diesel em 17 estados

Pelo menos 17 estados brasileiros manifestaram apoio à ação do governo federal para conter o aumento do preço do diesel, que tem sido pressionado pela atual instabilidade no Oriente Médio, conforme pesquisas realizadas pelo g1.

Estados Que Aderiram ao Apoio

Os estados que já confirmaram a adesão incluem Acre, Amazonas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Maranhão e Minas Gerais, entre outros. Entretanto, ainda existem unidades federativas que não se posicionaram, como é o caso do governo do Rio de Janeiro, que aguarda a formalização da medida provisória.

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A urgência diante dos impactos da alta do petróleo é relevante, já que afeta diretamente a sociedade e a logística nacional, conforme nota do secretário da Fazenda, Rogério Ceron.

A proposta oferece um subsídio de R$ 1,20 por litro de diesel importado até o final de maio, com a participação financeira da União e dos estados.

Contexto da Medida

A reunião realizada em São Paulo entre o Comitê Nacional de Secretários de Fazenda e o Conselho Nacional de Política Fazendária abordou a urgência da ação, dada a necessidade de evitar que a alta nos preços do combustíveis impacte a produção rural e o transporte.

  • 1AC (Acre)
  • 2AM (Amazonas)
  • 3BA (Bahia)
  • 4CE (Ceará)
  • 5ES (Espírito Santo)
  • 6MA (Maranhão)
  • 7MG (Minas Gerais)
  • 8MS (Mato Grosso do Sul)
  • 9MT (Mato Grosso)
  • 10PI (Piauí)
  • 11PR (Paraná)
  • 12RN (Rio Grande do Norte)
  • 13RS (Rio Grande do Sul)
  • 14SE (Sergipe)
  • 15SC (Santa Catarina)

Ceron ainda ressaltou que o Brasil, apesar de ser um grande exportador de petróleo, depende de importações para cerca de 30% do diesel que consome. A política proposta visa mitigar riscos de desabastecimento, especialmente para o setor rural.

Flávio Cesar de Oliveira, presidente do Comitê Nacional de Secretários de Fazenda, considerou a reunião produtiva, esclarecendo dúvidas técnicas que estavam impedindo a adesão de alguns estados.

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