Voltar
economia
2 min de leitura

Subsídio ao diesel: apenas duas federações não aderem

Governo federal investirá 4 bilhões com proposta de ajuda ao combustível

João Pereira06 de abril de 2026 às 20:40
Subsídio ao diesel: apenas duas federações não aderem

O Ministério da Fazenda anunciou nesta segunda-feira (6) que, das 27 unidades federativas, apenas duas não aceitarem o subsídio de R$ 1,20 ao diesel importado. Essa ação, parte de um pacote para conter o aumento dos preços dos combustíveis, será financiada igualmente pelo governo federal e pelos estados que optaram pela adesão.

O ministro Dario Durigan revelou que está dialogando com os governadores para convencê-los a se juntarem ao acordo. O subsídio temporário é de R$ 1,20 por litro de diesel importado, com a divisão de custos entre a União e os estados, cada um assumindo R$ 0,60.

O custo total do subsídio será de R$ 4 bilhões, sendo R$ 2 bilhões para a União e R$ 2 bilhões para as unidades da Federação.

Inicialmente, o governo estimava que a medida custaria R$ 3 bilhões, mas a previsão foi ajustada. O Comitê dos Secretários de Fazenda dos Estados (Comsefaz) esclareceu que a contribuição dos estados será proporcional ao consumo de diesel em cada região, embora os critérios exatos ainda estejam sendo definidos.

Vale destacar que a adesão ao subsídio é voluntária, e os estados que optarem por não participar não terão suas cotas redistribuídas entre os demais, respeitando a autonomia de cada unidade da federação.

Além da medida voltada ao diesel importado, foi anunciado um subsídio adicional de R$ 0,80 por litro para o diesel produzido internamente. Esta proposta também terá validade por dois meses e exigirá um investimento total de R$ 6 bilhões, que será integralmente suportado pela União.

Não perca nenhuma notícia!

Receba as principais notícias e análises diretamente no seu email. Grátis e sem spam.

Ao assinar, você concorda com nossa política de privacidade.

Gostou desta notícia? Compartilhe!

Mais de economia