Os índices Dow Jones, S&P 500 e Nasdaq reagiram positivamente após queda nos preços do petróleo.

As bolsas de Nova York fecharam em alta robusta nesta quinta-feira (17) após três sessões consecutivas de queda. O impetuoso fechamento foi impulsionado pelo alívio nos preços do petróleo, que se seguiu a novos sinais diplomáticos no Oriente Médio.
O Dow Jones subiu 0,62%, alcançando 51.779,85 pontos; o S&P 500 teve um ganho de 1,14% e terminou em 7.637,72 pontos; enquanto o Nasdaq teve uma alta expressiva de 1,69%, finalizando em 26.418,30 pontos.
A queda nos preços do petróleo foi benéfica para Wall Street, especialmente após as perdas da quarta-feira, que tinham ocorrido em reação à decisão do Federal Reserve de subir os juros. O presidente do Fed, Kevin Warsh, tranquilizou os investidores ao indicar que resistirá a pressões políticas.
"Nós agora estamos mais confiantes de que o discurso de Warsh em Jackson Hole e a ação de ontem marcaram passos importantes rumo ao restabelecimento da credibilidade.
✨ O setor de semicondutores teve um desempenho positivo, com grandes empresas como AMD e Intel registrando altas significativas, enquanto a Nvidia se destacou após declarações sobre suas vendas de chips.
Além disso, ações relacionadas a criptomoedas ganharam impulso, acompanhadas pela alta do bitcoin, seguindo uma decisão da Securities and Exchange Commission (SEC) que permitiu temporariamente que plataformas negociem ações tokenizadas.
As ações da Moderna destacaram-se com uma alta superior a 8%, em reação às notícias sobre vacinas para câncer em estágio avançado e recomendações otimistas dos analistas.
Receba as principais notícias e análises diretamente no seu email. Grátis e sem spam.
Gostou desta notícia? Compartilhe!
Jornalista especializado em Economia

Mercado registra queda de 31% em operações em comparação a 2025.

Dólar começou o dia em queda, mas mudou de direção durante a manhã desta sexta-feira (14); mercado acompanha cenário externo e fatores domésticos.

Dólar comercial iniciou a sessão próximo de R$ 5,18, enquanto investidores acompanham indicadores econômicos do Brasil e dos Estados Unidos.

Índice japonês agora alcançou 66.934,33 pontos, um recorde histórico