Movimentação de petróleo cresce nos portos do Nordeste em fevereiro
Alta de 29,59% no transporte de derivados sem óleo bruto

Os portos do Nordeste do Brasil registraram um volume de 2,1 milhões de toneladas de petróleo e seus derivados, excluindo o óleo bruto, durante fevereiro, conforme apontam os dados do Estatístico Aquaviário da Antaq. Este volume, composto principalmente por produtos refinados, representa um aumento significativo de 29,59% em relação ao mesmo mês do ano anterior.
Além disso, a movimentação total na região atingiu 9 milhões de toneladas, com um crescimento anual de 6,68%. Esses números englobam tanto os portos públicos organizados quanto os terminais de uso privado (TUPs). A carga que mais se destacou no período foram os petróleo e derivados sem óleo bruto, seguidos por petróleo e derivados com óleo bruto, que movimentaram 1,6 milhão de toneladas, registrando um avanço de 11,48%, e o sal, com 568 mil toneladas e um crescimento de 38,45%.
Principais Terminais e Movimentação
Entre os terminais com maior volume de movimentação, o Porto de Suape, em Pernambuco, foi o destaque, com 2,1 milhões de toneladas e uma alta de 19,32%. O terminal privado de Madre de Deus, na Bahia, também apresentou um desempenho notável com 2 milhões de toneladas, refletindo um aumento de 19,33%. O Terminal Portuário do Pecém, no Ceará, movimentou 1,7 milhão de toneladas, com um leve crescimento de 0,33%, enquanto o Porto de Aratu, na Bahia, movimentou 555 mil toneladas, mostrando um crescimento de 20,23%.
✨ Os dados não incluem os portos do Maranhão, devido à dinâmica logística do Arco Norte, respeitando a comparabilidade na região Nordeste.
O Ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, destacou que os resultados evidenciam a importância da infraestrutura portuária regional para o abastecimento e transporte de cargas industriais e energéticas. Em comunicado emitido, a pasta sinalizou que o aumento da movimentação reafirma o papel estratégico dos portos nordestinos na logística de combustíveis e no atendimento à demanda nacional.
Além disso, as previsões para os próximos meses dependem da manutenção da demanda por combustíveis, da atividade industrial e da operação contínua dos principais terminais, de acordo com as atualizações futuras da Antaq.
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