Voltar
economia
2 min de leitura

Mudanças nas tarifas dos EUA exigem atenção das indústrias importadoras

Volatilidade tarifária é prevista em setores essenciais.

Camila Souza Ramos18 de maio de 2026 às 16:15
Mudanças nas tarifas dos EUA exigem atenção das indústrias importadoras

A política tarifária nos Estados Unidos deve ser observada com atenção por empresas que dependem de importações, especialmente aquelas ligadas a equipamentos, máquinas e processamento de alimentos.

Apesar das tarifas terem permanecido estáveis recentemente, espera-se um aumento na volatilidade devido a mudanças regulatórias e novas investigações comerciais.

Expectativa de Oscilações

Participando de um webinar da Associação de Fabricantes de Equipamentos de Panificação, Shawn Jarosz, especialista em comércio, alertou que o setor não deve relaxar. Ela propõe que a aparente estabilidade atual é uma calmaria temporária e as empresas devem preparar-se para possíveis oscilações tarifárias.

US$ 35 bilhões já devolvidos a importadores, mas incertezas permanecem.

A recente decisão da Suprema Corte dos EUA, que considerou ilegal o uso da Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional para fins tarifários, possibilitou o início de reembolsos. Jarosz revelou que até agora, US$ 35 bilhões foram devolvidos a importadores registrados dentro de um total de US$ 175 bilhões arrecadados.

Importante saber

Os reembolsos podem ser solicitados apenas por importadores registrados ou despachantes aduaneiros. O governo Trump ainda pode contestar a decisão até 6 de junho.

Jarosz adverte que, apesar da revogação das tarifas anteriores, novas taxas foram implementadas. A Seção 122 aplica uma taxa de 10% sobre importações de todos os países, exceto aquelas do Canadá e do México conforme o acordo USMCA. Esta medida terá validade até 24 de julho e pode servir como transição para futuras tarifas.

Não perca nenhuma notícia!

Receba as principais notícias e análises diretamente no seu email. Grátis e sem spam.

Ao assinar, você concorda com nossa política de privacidade.

Gostou desta notícia? Compartilhe!

Mais de economia