Metal encerra negociação a US$ 4.187,1 por onça-troy com apoio de fatores externos

O contrato mais líquido do ouro teve alta de 0,73% nesta terça-feira (6), fechando a US$ 4.187,1 por onça-troy. Essa valorização ocorreu em um contexto de queda nos preços do petróleo, que ajudou a reduzir os rendimentos dos Treasuries, aliviando preocupações sobre a inflação, o que beneficia o metal precioso.
Apesar dessa alta, a expectativa de uma política monetária mais restritiva por parte do Federal Reserve limita os ganhos do ouro. As incertezas fiscais na zona do euro também contribuem para reforçar o metal como um ativo de refúgio seguro.
✨ A prata também teve um desempenho positivo, subindo 0,47%, sendo negociada a US$ 61,58 por onça-troy.
Declarações de dirigentes de bancos centrais, como Sergio Nicoletti Altimari, vice-presidente do Banco da Itália, e Joachim Nagel, presidente do Bundesbank, destacam que o ouro continua a ser considerado um ativo seguro, mesmo com o aumento do interesse em títulos de renda fixa devido à alta das taxas de juros. Além disso, a consultoria Metals Focus prevê novos preços recordes para o ouro em 2027, impulsionados pelo aumento do interesse dos investidores.
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Jornalista especializado em Economia

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