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economia
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BNDES e ABDE lançam Observatório do Crédito para o Desenvolvimento

Plataforma busca analisar os impactos do crédito direcionado na economia brasileira

Gabriel Rodrigues01 de abril de 2026 às 11:00
BNDES e ABDE lançam Observatório do Crédito para o Desenvolvimento

O BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) em colaboração com a ABDE (Associação Brasileira de Desenvolvimento) apresentaram, na última quarta-feira (1°/4), em Brasília, o novo OCD (Observatório do Crédito para o Desenvolvimento).

Objetivo do Observatório

A iniciativa tem como finalidade reunir dados relacionados ao crédito direcionado no Brasil, permitindo uma análise profunda dos impactos econômicos e sociais gerados por essa modalidade de crédito, além de auxiliar no desenvolvimento de políticas públicas eficazes.

Segundo o Banco Central, o crédito direcionado engloba operações regulamentadas que visam o financiamento de médio e longo prazo, especialmente em setores como o imobiliário, rural e de infraestrutura.

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O observatório permitirá uma avaliação aprofundada dos impactos do crédito, como a criação de empregos e a redução das emissões de gases de efeito estufa. Também servirá como um espaço para debates técnicos de excelência, com base em dados rigorosos

Nelson Barbosa, diretor do BNDES.

Função e Metodologia

A presidente da ABDE, Maria Fernanda Coelho, destacou a importância da plataforma para a estruturação de metodologias que mensurem os impactos econômicos, sociais e ambientais do crédito. Isso vai facilitar a avaliação da eficiência das ações de crédito e apoiar a formulação de políticas pelos órgãos reguladores.

Desenvolvimento da Plataforma

O financiamento do BNDES garantirá os primeiros 12 meses do projeto, que contará também com a colaboração de outras instituições do SNF (Sistema Nacional de Fomento). A criação da plataforma terá como aliada uma instituição de ensino superior escolhida, que auxiliará na curadoria de dados e no desenvolvimento de metodologias.

A parceria para o lançamento oficial do observatório será formalizada em maio de 2026, com as atividades técnicas começando logo após. Espera-se que as primeiras publicações estejam disponíveis ainda naquele ano.

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