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economia
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Projeções do IPCA caem, mas ainda acima da meta do Banco Central

Estímulos econômicos refletem em novas taxas de inflação

Gabriel Rodrigues13 de julho de 2026 às 09:55
Projeções do IPCA caem, mas ainda acima da meta do Banco Central

O relatório Focus apresenta uma nova redução na mediana do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) para 2026, que agora se encontra em 5,16%. Esta é a segunda queda consecutiva, embora a taxa ainda esteja 0,66 ponto percentual acima da meta estabelecida pelo Banco Central, que é de 4,50%.

O boletim divulgado hoje mostra que, considerando as últimas 55 estimativas feitas nos últimos cinco dias, a mediana para o IPCA de 2026 teve uma diminuição considerável, passando de 5,23% para 5,10%.

Em contraste, a previsão para 2027 teve um leve aumento, com a mediana subindo de 4,18% para 4,20%. Em comparação a um mês atrás, quando a estimativa era de 4,10%, nota-se um movimento ascendente nas expectativas.

A projeção do IPCA de 2026 agora está levemente abaixo da expectativa do Banco Central, que é de 5,20%.

As previsões para anos posteriores apresentaram estabilidade. Para 2028, a mediana do IPCA permaneceu em 3,70%, enquanto o valor para 2029 continuou em 3,50% pela 45ª semana consecutiva.

Contexto Adicional

Desde 2025, a meta de inflação do Brasil é contínua, calculada com base no IPCA acumulado em 12 meses. A meta é de 3%, com uma margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo.

Se a inflação ficar fora do intervalo especificado por seis meses seguidos, considera-se que o Banco Central não atingiu suas metas.

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