Voltar
economia
2 min de leitura

Senado aprova MP que libera R$ 15 bilhões em crédito para exportadores

Novo apoio financeiro visa estabilizar economia diante de desafios externos

Gabriel Rodrigues09 de julho de 2026 às 10:50
Senado aprova MP que libera R$ 15 bilhões em crédito para exportadores

O plenário do Senado aprovou, em votação simbólica nesta quarta-feira, uma Medida Provisória (MP) crucial para a liberação de R$ 15 bilhões em crédito, voltada a apoiar empresas e exportadores frente aos desafios econômicos atuais. Com a aprovação, o texto seguirá para a sanção do presidente.

Essas medidas visam combater os prejuízos causados pelas tarifas impostas pelos Estados Unidos a produtos brasileiros, além de enfrentar as repercussões da guerra no Oriente Médio. O plano abrange linhas de financiamento destinadas a setores estratégicos, incluindo a produção de bens de capital e minerais críticos.

Mudanças Importantes na MP

O relator da proposta, senador Alan Rick, do partido Republicanos do Acre, expandiu o escopo original da MP, incluindo não só a indústria, mas também diversos outros setores. Agora, as linhas de crédito também beneficiarão exportadoras do agronegócio e suas cadeias de produção, além de cooperativas e associações legalmente constituídas.

Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) será o agente financeiro responsável pelas linhas de crédito.

O BNDES assumirá o risco das operações junto às instituições financeiras, enquanto o Conselho Monetário Nacional definirá as taxas e prazos. Além disso, o Fundo Garantidor de Crédito ao Comércio Exterior será o primeiro responsável por cobrir perdas dos exportadores, com o Fundo de Garantia à Exportação acionado caso necessário.

Contexto

A medida provisória visa estabilizar a economia brasileira em um cenário desafiador com tarifas internacionais e conflitos no Oriente Médio afetando a balança comercial.

Não perca nenhuma notícia!

Receba as principais notícias e análises diretamente no seu email. Grátis e sem spam.

Ao assinar, você concorda com nossa política de privacidade.

Gostou desta notícia? Compartilhe!

Mais de economia