Medidas de comércio afetam competitividade, mas bolsa e juros seguem influenciados por inflação

Um novo tarifaço de 25% sobre produtos brasileiros, anunciado pelos Estados Unidos, reacende a preocupação com a guerra comercial entre as duas nações. Essa medida entrará em vigor na próxima quarta-feira e se somará às tarifas já existentes, o que pode afetar a competitividade de empresas brasileiras no mercado americano.
Embora as novas tarifas possam prejudicar diretamente empresas exportadoras, como JBS, Marfrig e Minerva, a avaliação é de que o impacto no mercado financeiro global continua sendo dirigido por fatores como a inflação e as políticas monetárias em ambos os países.
"O produto exportado fica mais caro e isso prejudica a competitividade de alguns setores
✨ As tarifas elevam o custo dos produtos brasileiros para os consumidores americanos, o que pode resultar em vendas menores.
Apesar das tensões comerciais, o real se valorizou em relação ao dólar, refletindo uma redução na aversão ao risco, impulsionada por dados de inflação favoráveis.
André Galhardo, economista-chefe, aponta que o Brasil tem se adaptado a um ambiente de maior protecionismo, o que permite ao país diversificar seus parceiros comerciais. O grau de incerteza ainda é considerável, e mudanças significativas na carteira de investimentos não são recomendadas neste momento.
Os especialistas em finanças sugerem que a diversificação e o investimento em diferentes setores e classes de ativos são as melhores práticas a seguir, permitindo minimizar os impactos de medidas como as tarifas sem sacrificar a rentabilidade.
Receba as principais notícias e análises diretamente no seu email. Grátis e sem spam.
Gostou desta notícia? Compartilhe!
Jornalista especializado em Economia

Dólar começou o dia em queda, mas mudou de direção durante a manhã desta sexta-feira (14); mercado acompanha cenário externo e fatores domésticos.

Dólar comercial iniciou a sessão próximo de R$ 5,18, enquanto investidores acompanham indicadores econômicos do Brasil e dos Estados Unidos.

Dólar começa esta terça-feira, 11 de agosto de 2026, próximo de R$ 5,10, enquanto investidores acompanham inflação, juros nos Estados Unidos e tensões no cenário internacional.

Mercado acompanha a decisão de juros do Federal Reserve (Fed), balanços corporativos e o cenário internacional, fatores que influenciam o câmbio nesta quarta-feira.