Minas Gerais investe R$ 1 bilhão em biometano no Triângulo Mineiro
Governo mineiro busca transformar resíduos agrícolas em energia renovável

O governo de Minas Gerais, em conjunto com a Companhia de Gás de Minas Gerais (Gasmig), revelou um ousado projeto de R$ 1 bilhão voltado à produção e canalização de biometano na região do Triângulo Mineiro. A cerimônia de lançamento ocorreu em Uberaba, onde o foco está na transformação de resíduos da cana de açúcar em combustível renovável.
Detalhes do projeto
Batizado de Biometano Triângulo Mineiro, o projeto prevê uma produção inicial de 250.000 m³ de biometano, com a possibilidade de expansão desse volume ao longo do tempo. O presidente da Gasmig destacou a importância desta iniciativa para a região e sua relevância no contexto nacional, sublinhando o potencial do Brasil na geração de biometano.
Objetivos e benefícios
Os objetivos do projeto incluem não apenas a produção de biometano a partir de resíduos da cana de açúcar, mas também a identificação e sensibilização de novos produtores na área. Além disso, busca-se aproveitar o grande potencial brasileiro para a geração de energia renovável, satisfazendo a crescente demanda por combustíveis mais sustentáveis.
✨ Esta iniciativa também é uma oportunidade de disseminar conhecimento e tecnologia, promovendo práticas sustentáveis no setor energético.
Leia Também
Não perca nenhuma notícia!
Receba as principais notícias e análises diretamente no seu email. Grátis e sem spam.
Gostou desta notícia? Compartilhe!
Mais de energia

Petrobras avança em produção de diesel verde com adaptações em refinarias
Cinco refinarias da Petrobras adaptadas para coprocessamento vegetal

Petrobras aprova US$ 1,2 bilhão para bioquerosene em Cubatão
Projeto da RPBC será crucial para combustíveis renováveis até 2030

CNPE Restringe Importação de Biodiesel e Fortalece Produção Nacional
Medida visa proteger o mercado local e garantir segurança energética.

Brasil define nova meta de redução de emissões de gases para o setor de gás natural
Conselho Nacional de Política Energética estipula redução de 0,5% nas emissões até 2026.





