Padrões mínimos de eficiência energética devem ser seguidos

Lâmpadas e luminárias LED comercializadas e produzidas no Brasil serão obrigadas a atender novos padrões de eficiência energética a partir de 2028. A medida, publicada no Diário Oficial da União, abrange produtos fabricados, importados ou vendidos no país.
As exigências entrarão em vigor em duas fases. Em 2028, os produtos deverão atingir um limite de eficácia luminosa de 120 lumens por watt (lm/W), elevando-se para 140 lm/W em 2030.
✨ A tecnologia LED é mais eficiente, consumindo menos energia e oferecendo maior durabilidade, o que contribui para a redução de custos com manutenção e descarte.
Estima-se que a nova regulamentação poderá gerar uma economia acumulada de 283 a 432 terawatts-hora (TWh) até 2040, suficiente para abastecer cerca de 14 milhões de residências.
Além dos novos padrões de eficiência, a norma recentemente aprovada também detalha como será medido o desempenho energético dos produtos, levando em consideração suas especificações técnicas. Os fabricantes e importadores precisarão seguir um processo rigoroso para demonstrar a conformidade.
Os comerciantes terão um prazo para vender os produtos que não cumprem as novas normas. A transição será de três anos para a primeira etapa e cinco anos para a segunda, contando a partir da publicação da norma, permitindo que produtos já existentes sejam esgotados no mercado.
"Esses padrões mínimos de desempenho têm o potencial de transformar o mercado, promovendo eficiência e inovação enquanto contribuem para a sustentabilidade do Brasil, comenta Alexandre Silveira, Ministro de Minas e Energia.
Vale destacar que 16 categorias de lâmpadas e luminárias LED foram isentas das novas regras, incluindo aquelas destinadas a atmosferas explosivas, aplicações médicas e cultivo de plantas.
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Jornalista especializado em energia

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