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infraestrutura
2 min de leitura

Estratégia de Investimentos em Infraestrutura Proposta por Lula para 2027-2030

Marcus Cavalcanti apresenta novas abordagens para financiamento e parcerias no setor.

Ricardo Alves26 de março de 2026 às 20:15
Estratégia de Investimentos em Infraestrutura Proposta por Lula para 2027-2030

Em recente conversa com o programa Conexão Infra, o secretário especial do PPI, Marcus Cavalcanti, revelou as propostas do governo para o período de 2027 a 2030. Ele destacou a intenção de criar mecanismos que garantam a liberação de projetos e a necessidade de captar mais recursos internacionais para investir em infraestrutura.

Novas Medidas para Estimular Investimentos

O plano de reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva prevê medidas inovadoras para expandir investimentos na infraestrutura do Brasil. Entre as propostas, estão a criação de garantias robustas para acelerar projetos e parcerias com instituições financeiras internacionais.

"

É preciso captar recursos externos e estamos negociando com bancos para garantir empréstimos através de fundos constitucionais, assim conseguiremos aumentar nossa capacidade de investimento.”

Marcus Cavalcanti

Debêntures incentivadas: um foco renovado

Contexto do Setor

A discussão sobre um novo pacote de investimentos está em andamento, com a Casa Civil e o Ministério da Fazenda empenhados em melhorar os modelos financeiros atuais...

Cavalcanti também enfatizou a importância de fortalecer o uso de debêntures incentivadas, embora no ano anterior houvesse propostas que limitavam isenções fiscais nesse segmento. Após forte pressão do setor privado, tais mudanças foram revistas.

O objetivo é aumentar o volume de investimentos em infraestrutura a patamares mais adequados, contemplando cerca de 4% do PIB. Segundo especialistas, essa é a cifra ideal para reverter o histórico déficit de investimentos do Brasil.

O secretário observou que os investimentos atuais ainda são insuficientes em relação às demandas do país, embora já se perceba uma mudança positiva na tendência de investimento.

  • 1Criação de novos mecanismos de garantias.
  • 2Captação de recursos externos.
  • 3Reestruturação de empréstimos vinculados a fundos constitucionais.
  • 4Fortalecimento das Parcerias Público-Privadas (PPPs).

A proposta inclui, ainda, uma ênfase maior nas PPPs, especialmente agora que grandes projetos se tornam menos viáveis. Essa abordagem é vista como uma solução crucial para manter projetos menos rentáveis sob a responsabilidade do setor público.

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Ricardo Alves

Jornalista especializado em infraestrutura