Pedido surge após comentários do Pentágono sobre a posição dos EUA.

O governo argentino reiterou sua intenção de reiniciar as discussões bilaterais com o Reino Unido sobre a disputa das Ilhas Malvinas, em resposta a recentes declarações do primeiro-ministro britânico, Keir Starmer.
Em uma declaração nas redes sociais, o Ministro das Relações Exteriores argentino, Pablo Quirno, mencionou a disposição do país em encontrar uma solução pacífica para a questão, após um e-mail interno do Pentágono sugerir uma revisão da postura dos Estados Unidos sobre as ilhas.
✨ A Argentina busca um acordo que encerre a situação colonial das Malvinas.
Desde a guerra de 1982, os EUA têm evitado se posicionar de forma clara sobre a soberania das ilhas, apenas reconhecendo a administração britânica e a reivindicação argentina. O Departamento de Estado dos EUA mantém uma postura neutra, mesmo após o e-mail que provocou discussões sobre o tema.
Em meio a essa tensão, o ex-presidente Donald Trump criticou a falta de apoio dos aliados europeus da Otan em relação ao Estreito de Ormuz, levantando a possibilidade de retirar os EUA da aliança.
Trump questionou a ausência das marinhas europeias durante a crise e expressou seu descontentamento com a situação, mas um funcionário do Pentágono esclareceu que não há planos para fechamento de bases na Europa ou reduções significativas das forças americanas.
"O presidente Trump ressaltou que os aliados da Otan devem atuar de acordo e não serem um 'tigre de papel'.
As Ilhas Malvinas, localizadas no Atlântico Sul, são um território britânico que a Argentina considera uma parte essencial de seu território. A disputa sobre a soberania continua a ser uma questão sensível nas relações entre os dois países.
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Jornalista especializado em Internacional

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