China rejeita acusações de trabalho forçado em meio a tarifas dos EUA
Ministério das Relações Exteriores critica medidas unilaterais americanas.

A China expressou sua oposição a tarifas unilaterais dos Estados Unidos, rejeitando as alegações de trabalho forçado. Essas declarações surgem após os EUA proporem tarifas adicionais sobre importações de 60 economias, argumentando sobre falhas na regulamentação do comércio.
Reações chinesas às acusações
Mao Ning, porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, destacou em coletiva que 'não existe o chamado trabalho forçado na China', e criticou o uso dessas alegações como um recurso para manipulação política.
Proposta de tarifas pelos Estados Unidos
Na terça-feira, 2 de dezembro, os Estados Unidos anunciaram a proposta de aplicar tarifas que variam entre 10% e 12,5% sobre produtos de países como China, Brasil e Reino Unido. Essa medida é uma resposta à alegada ineficácia desses países em controlar a importação de bens fabricados sob condições de exploração.
✨ Os EUA afirmam que a falta de ação de parceiros comerciais em relação ao trabalho forçado prejudica a competitividade dos trabalhadores americanos.
"A falha dos nossos parceiros comerciais mais importantes em abordar a importação de mercadorias produzidas com trabalho forçado é inaceitável. Isso cria uma dinâmica em que os trabalhadores americanos são forçados a competir globalmente em condições desiguais.
Contexto Adicional
Os Estados Unidos argumentam que a falta de imposição eficaz de proibições de importação de produtos de trabalho forçado pelos países investigados é injustificável e afeta negativamente o comércio bilateral.
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