O Departamento de Estado aponta falhas na Autoridade Palestina como justificativa.

O governo dos Estados Unidos negou vistos ao presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, e a outros membros da AP, que não poderão viajar aos EUA para a Assembleia Geral da ONU na próxima semana. Essa é a segunda vez que a administração Trump toma tal medida, que afeta também a representação palestina no encontro.
Em vez de enviar uma delegação de alto nível à ONU, os palestinos serão representados pelo embaixador junto à ONU e pela missão palestina nas Nações Unidas. Nesta quarta-feira (16), o Departamento de Estado justificou a negativa de vistos ao afirmar que a AP e a OLP falharam em 'cumprir seus compromissos' legais previstos na legislação dos EUA.
✨ A negativa ocorre em um momento em que o Oriente Médio é um tema central na Assembleia Geral da ONU, com um evento previsto sobre a solução de dois Estados.
O Departamento de Estado reforçou que as sanções de visto se devem à falta de reformas na AP e às atividades que minam as perspectivas de paz. Além disso, enfatizou a necessidade de responsabilizar a OLP e a AP pela glorificação do terrorismo, citando medidas relacionadas ao TPI e à CIJ como partes das falhas apontadas.
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Jornalista especializado em Internacional

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