Mais de meio milhão retornou, mas muitos ainda não conseguem voltar

Mesmo após a implementação de um cessar-fogo, muitos libaneses permanecem inseguros em retornar a suas casas. A ONU relatou que, embora 500 mil pessoas tenham começado a voltar, muitos ainda enfrentam dificuldades devido à insegurança e à destruição em suas comunidades.
✨ Mais de 34 mil pessoas ainda estão em abrigos coletivos.
Stéphane Dujarric, porta-voz da ONU, enfatizou que a situação humanitária no Líbano é alarmante, mesmo com a recente diminuição das hostilidades após o cessar-fogo que começou em 19 de junho. Ele destacou que os incidentes de segurança e atividades militares ainda são comuns em várias áreas do país.
Familias estão hesitantes em voltar devido a danos nas moradias e à presença de munições não detonadas nas áreas rurais, além da falta de serviços essenciais. Mais preocupante ainda é o impacto sobre as crianças, com 308 mil ainda deslocadas e mais de um milhão necessitando de assistência humanitária, segundo dados do UNICEF.
O UNICEF estimou que 62 crianças estão desacompanhadas ou separadas de suas famílias, intensificando as preocupações com sua segurança e proteção.
Entre as preocupações elevadas estão questões como trabalho infantil, abandono escolar, assédio e violência de gênero, que foram identificadas por parceiros humanitários, destacando a fragilidade da situação no Líbano.
Adicionalmente, Jean Arnault, representante da ONU no Líbano, iniciou uma visita a Israel buscando soluções para a crise. A ONU está buscando arrecadar US$ 640 milhões em um pedido de ajuda revisado para apoiar 1,4 milhão de pessoas até agosto, tendo arrecadado até o momento apenas 42% do valor necessário.
Receba as principais notícias e análises diretamente no seu email. Grátis e sem spam.
Gostou desta notícia? Compartilhe!
Jornalista especializado em Internacional

A decisão surge em meio a aumento de ataques russos e pedidos de apoio de Kiev.

Israel Katz afirma que o Exército está pronto para 'concluir o trabalho' na região.

Presidente ucraniano afirma que drones russos invadiram espaço aéreo moldavo enquanto ele estava em trânsito.

Autoridades preveem aumento no número de vítimas e danos extensivos