Proposta inclui US$ 94,1 milhões para apoiar população vulnerável em meio a crise de energia.

Nesta quarta-feira, o coordenador da ONU em Cuba, Francisco Pichón, anunciou um plano de emergência visando oferecer combustível à ilha. A ação ocorre no contexto de diálogos com os Estados Unidos sobre a liberação de importações humanitárias.
Desde que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, implementou um embargo efetivo ao petróleo cubano em janeiro, a crise econômica e energética em Cuba se intensificou. O plano, que requer um financiamento de 94,1 milhões de dólares, procura garantir a manutenção dos serviços essenciais para a população mais afetada.
"Se a situação atual continuar e as reservas de combustível do país se esgotarem, tememos uma deterioração rápida, com possível perda de vidas.
✨ A viabilidade do plano depende de soluções relacionadas ao combustível.
Recentemente, Washington fez algumas concessões ao flexibilizar o embargo, permitindo a venda de petróleo ao pequeno setor privado cubano.
O plano da ONU também é uma extensão da resposta humanitária ao furacão Melissa, que atingiu Cuba em outubro, trazendo à tona a necessidade urgente de lidar com a crise energética. Os cidadãos cubanos têm enfrentado longos apagões, que podem superar 20 horas de duração.
Em resposta a essa situação, o presidente Miguel Díaz-Canel implementou medidas emergenciais, incluindo um rigoroso racionamento de combustível.
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