33% dos entrevistados acreditam que a ameaça mais grave vem de extremistas internos, segundo estudo da Reuters/Ipsos.

Uma nova pesquisa da Reuters/Ipsos indica que, 25 anos após os ataques de 11 de setembro, 33% dos entrevistados acreditam que o maior risco à segurança dos cidadãos americanos atualmente se origina do 'terrorismo doméstico', superando assim as preocupações com o terrorismo estrangeiro.
De acordo com a pesquisa realizada entre os dias 28 e 31 de agosto, 20% dos participantes assinalaram o terrorismo internacional como uma preocupação maior, enquanto 42% apontaram atos aleatórios de violência, como tiroteios em massa, como a principal ameaça.
✨ A percepção em relação ao terrorismo doméstico mudou significativamente, passando de 21% em 2013 para 33% em 2026.
O presidente Donald Trump enfrentou tentativas de assassinato, e a pesquisa mostra que 61% dos entrevistados acreditam que os extremistas domésticos representam a maior ameaça, em contraste com os 34% que veem as ameaças como internacionais.
Além do legado dos ataques de 11 de setembro, que ainda ressoam fortemente na população, 48% da população americana considera que a guerra no Afeganistão não foi justificável, refletindo um descontentamento com os conflitos prolongados que se seguiram.
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Jornalista especializado em Internacional

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