Fachin rejeita pedido contra Mendonça em indicação ao STF
Decisão pode impactar futuro da composição do Supremo Tribunal

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, decidiu não aceitar um pedido que solicitava a suspeição do ministro André Mendonça em um caso que visa impedir o presidente Luiz Inácio Lula da Silva de indicar um candidato ao tribunal que seja considerado de perfil 'dominante' em termos étnico-racial e de gênero.
Lula já nomeou o advogado-geral da União, Jorge Messias, para a vaga que pertencera a Luís Roberto Barroso até outubro de 2025. A definição final sobre a indicação caberá ao Senado.
O Pedido de Suspeição
O mandado de segurança, no qual Mendonça atua como relator, pede que o STF ordene a Lula que priorize a seleção de perfis étnico-raciais e de gênero que historicamente foram deixados à margem. Os autores do pedido afirmam que Mendonça não teria imparcialidade, pois já expressou apoio a Messias publicamente.
✨ Fachin argumentou que as alegações de suspeição não cumpriam os requisitos legais necessários para um afastamento.
"As arguentes, para caracterizar a relação de amizade pessoal íntima, cingem-se a colacionar matérias jornalísticas e postagem em redes sociais que estariam a sinalizar a manifestação de apoio à indicação presidencial pelo relator dessas ações mandamentais
Contexto Adicional
A decisão de Fachin pode moldar como futuras indicações ao STF serão conduzidas, especialmente no que diz respeito a critérios de diversidade e inclusão.
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