Voltar
Justiça
2 min de leitura

Homem é acusado de explorar sexualmente esposa na Suécia

Promotoria pede 10 anos de prisão para acusado

Acro Rodrigues25 de maio de 2026 às 16:50
Homem é acusado de explorar sexualmente esposa na Suécia

Na Suécia, um homem de 62 anos enfrenta uma possível pena de 10 anos de prisão acusado de explorar sexualmente sua esposa em troca de dinheiro. As investigações apontam que 121 homens foram indiciados por adquirir os serviços sexuais oferecidos pelo marido da vítima.

As autoridades revelaram que muitos dos encontros sexuais foram gravados sem o conhecimento dos compradores, e esse material se tornou crucial para a construção do caso. Casos de compra de serviços sexuais têm um prazo de prescrição de dois anos na Suécia, o que pode impactar significativamente a situação legal dos acusados.

Cerca de 30 homens já foram formalmente acusados por envolvimento na rede de prostituição, mas muitos podem evitar condenações em razão do prazo de prescrição.

As autoridades indicam que a exploração sexual pelo marido da vítima ocorre desde agosto de 2022, implicando que os homens que pagaram por esses encontros até meados de 2024 podem ver suas acusações caírem. Após a prisão do suspeito em outubro de 2025, a esposa dele solicitou o divórcio.

O homem é acusado de exploração sexual agravada, além de múltiplos crimes de estupro, tentativas de estupro, agressão e ameaças. Ele nega todas as acusações. A advogada da vítima, Silvia Ingolfsdottir, classifica os atos como "uma forma extrema de tráfico humano".

Os compradores de sexo envolvem-se em uma ampla faixa etária, variando de 30 a 70 anos, e estão distribuídos por todo o país. Um dos suspeitos é um cuidador de crianças em lares adotivos, que afirmou à polícia não saber da relação entre o homem e sua esposa. Esse acusado admitiu ter participado em encontros múltiplas vezes, com apenas nove dias entre eles.

Não perca nenhuma notícia!

Receba as principais notícias e análises diretamente no seu email. Grátis e sem spam.

Ao assinar, você concorda com nossa política de privacidade.

Gostou desta notícia? Compartilhe!

Mais de Justiça