Interrogatório de Eduardo Bolsonaro agendado pelo STF para abril
Ministro Alexandre de Moraes ouvirá ex-deputado em ação por obstrução de Justiça

O ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, agendou para o dia 14 de abril, às 14h, o depoimento do ex-deputado Eduardo Bolsonaro, que está sendo processado por obstrução de Justiça e coação durante o andamento dos procedimentos judiciais.
Videoconferência para o depoimento
Residente nos Estados Unidos, Eduardo participará do interrogatório por videoconferência. A acusação, apresentada pelo procurador-geral da República, Paulo Gonet, alega que o ex-deputado teria assumido um papel ativo na tentativa de interferir em processos judiciais que envolvem seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro.
"As ações de Eduardo e de Paulo Figueiredo em solo americano foram concretamente direcionadas a pressionar as autoridades do Brasil e a influenciar o Judiciário
✨ A denúncia aponta ações que tentam estimular sanções internacionais contra o governo federal e ministros do STF.
Contexto
A PGR sustenta que essas atividades configuram uma tentativa de intimidar a justiça brasileira e criam um clima de pressão sobre instituições.
Leia Também
Não perca nenhuma notícia!
Receba as principais notícias e análises diretamente no seu email. Grátis e sem spam.
Gostou desta notícia? Compartilhe!
Fernanda Lima
Jornalista especializado em Justiça
Mais de Justiça

STF Avalia Resolução do CFP sobre Psicologia e Liberdade de Crença
Ação em julgamento discute limites entre fé e prática profissional na psicologia.

Pernambuco: TCE Revela Estruturas Fracas para Proteção de Mulheres Vítimas de Violência
Relatório do Tribunal de Contas expõe deficiências alarmantes nas políticas de enfrentamento ao feminicídio no estado.

Luciene Petroni Castro Neves é investigada em esquema de corrupção no Carrefour
A operação investiga fraudes fiscais e relações inadequadas entre executivos e fiscais tributários.

Igreja Católica Portuguesa Indemniza Vítimas de Abuso Sexual
Compensação total de 1,61 milhão de euros é anunciada após relatório sobre pedofilia na instituição.





