Juiz decreta prisão de MC Ryan e outros em esquema de lavagem de dinheiro
Operação Narco Fluxo revela organização criminosa com movimentações bilionárias

O juiz Roberto Lemos dos Santos Filho, da 5ª Vara Federal de Santos, ordenou a prisão preventiva de 36 indivíduos envolvidos em uma complexa operação de lavagem de dinheiro, destacando a gravidade da situação após novas evidências apresentadas pela Polícia Federal.
Novas prisões na Operação Narco Fluxo
Entre os presos estão os conhecidos cantores MC Ryan SP e MC Poze do Rodo, além de Raphael Sousa Oliveira, proprietário do portal de entretenimento Choquei. Esta decisão surge logo após o Superior Tribunal de Justiça (STJ) ter concedido habeas corpus aos detidos na operação anterior.
✨ A operação revelou uma organização criminosa que movimentava mais de R$ 1,6 bilhão em fraudes relacionadas a apostas e rifas ilegais.
O magistrado desvendou um sofisticado esquema de lavagem de dinheiro que funcionava por meio de empresas de fachada e intermediárias financeiras, confirmando que os acusados podem representar uma ameaça à ordem pública e à integridade das investigações em andamento.
Contexto
As investigações indicam que a organização tinha operações envolvidas em movimentos financeiros bilionários, utilizando diversas contas e empresas para ocultar a origem ilícita dos recursos.
MC Ryan SP é descrito como o líder econômico do esquema, utilizando sua carreira no entretenimento para mascarar as receitas ilegais. Por sua vez, Raphael Sousa Oliveira atuava como o responsável pela promoção da imagem do cantor, viabilizando também ações para minimizar crises relacionadas às investigações.
A prisão preventiva é considerada crucial para evitar que os acusados possam destruir evidências digitais enquanto a análise das provas prossegue.
Reações das defesas
As defesas dos acusados expressaram indignação com a nova decisão. A equipe de MC Ryan contestou a legitimidade da prisão, questionando a falta de fundamentos concretos desde o início do processo judicial, especialmente após a decisão do STJ.
Raphael Sousa Oliveira também planeja recorrer, argumentando que a decisão carece de fundamentos individualizados e não justifica de maneira adequada a necessidade da prisão preventiva.
A CNN Brasil continua em busca de contato com os representantes da empresa Golden Cat e está aberta a declarações sobre o caso.
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