Publicitário Thiago Miranda é investigado por ligação com fraude no Banco Master
Operação Compliance Zero apura esquema sobre credibilidade do Banco Central

O publicitário Thiago Miranda está sendo investigado pela Polícia Federal (PF) devido à sua suposta participação em um esquema que visa fragilizar a credibilidade do Banco Central do Brasil e está vinculado ao Banco Master.
Miranda foi alvo de uma operação de busca e apreensão que ocorreu na quinta-feira, 9 de dezembro, sob a autorização do ministro do Supremo Tribunal Federal, André Mendonça. A operação faz parte da 10ª fase da chamada Operação Compliance Zero, que investiga Daniel Vorcaro e outras atividades vinculadas ao Banco Master.
Medidas Autorizadas
As investigações permitiram que a PF recolhesse documentos e dados eletrônicos relevantes para a apuração. Dentre os itens que puderam ser apreendidos, estão contratos, registros contábeis e até dispositivos eletrônicos que contêm informações críticas para o avanço das investigações.
✨ Além disso, foram autorizadas apreensões de valores em dinheiro acima de R$ 20 mil e bens de luxo, caso apresentem ligação com os crimes investigados.
Busca Pessoal
A busca pessoal é uma prática que permite aos agentes revistar o investigado se houver a suspeita de que ele possua objetos ou documentos relevantes à investigação. O ministro também permitiu que essa busca fosse estendida a terceiros presentes nos locais dos mandados, mas apenas com base em suspeitas concretas.
Contexto da Operação Compliance Zero
A nova fase da Operação Compliance Zero é parte de uma investigação mais ampla sobre uma organização criminosa associada ao Banco Master. As atividades dessa organização incluem práticas de intimidação de jornalistas e a obtenção ilícita de informações sigilosas, o que levanta preocupações quanto à integridade das investigações criminais em curso.
De acordo com as informações disponíveis, Thiago Miranda estaria envolvido no chamado 'Projeto DV,' uma iniciativa cujo objetivo aparente é defender os interesses do Banco Master e, ao mesmo tempo, desacreditar a atuação do Banco Central.
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