Justiça nega habeas corpus a homem acusado de matar gari em MG
Réu permanece preso após a decisão de Tribunal em Minas Gerais

O Tribunal de Justiça de Minas Gerais rejeitou o pedido de habeas corpus de Renê da Silva Nogueira Júnior, acusado de assassinar o gari Laudemir de Souza Fernandes em agosto de 2025.
A decisão foi proferida pela 8ª Câmara Criminal, que decidiu manter a prisão preventiva do réu devido à gravidade do crime e à repercussão do caso na sociedade.
✨ A justiça considerou a possibilidade de perigo à sociedade, impedindo a liberdade provisória do acusado.
O caso
Conforme as informações apresentadas pelo Ministério Público, Renê Júnior, empresário de Nova Lima, estava armado com uma pistola Glock quando se irritou no trânsito, resultando no trágico disparo que atingiu Laudemir na região abdominal.
A ocorrência se deu no cruzamento das ruas Modestina de Souza e Jequitibá, em Belo Horizonte, enquanto o gari estava realizando o trabalho de coleta de lixo.
Infelizmente, Laudemir não sobreviveu aos ferimentos, mesmo tendo recebido socorro médico imediatamente após o ataque.
"Renê foi capturado horas após o crime em uma academia nas proximidades, evidenciando a necessidade de cautela na manutenção de sua prisão.
Contexto do crime
Este caso provocou grande indignação troca de abordagens sobre violência urbana e a segurança dos trabalhadores nas ruas.
Leia Também
Não perca nenhuma notícia!
Receba as principais notícias e análises diretamente no seu email. Grátis e sem spam.
Gostou desta notícia? Compartilhe!
Mais de Justiça

Juiz de Itabira defende audiências presenciais com referências literárias
Magistrado critica digitalização e valoriza relações humanas

Polícia Federal desmantela facção criminosa na Bahia
Ação resulta em bloqueio de R$ 15 milhões e 47 mandados de prisão

Legado de Marielle Franco e a luta por uma segurança pública justa
O impacto da vereadora no debate atual sobre segurança e democracias no Brasil

Médico de Berlim condenado à prisão perpétua por assassinar 15 pacientes
Johannes M. alegou querer aliviar o sofrimento de suas vítimas.






