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Justiça
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Liberdade Provisória para Professora da Unicamp Após Acusação de Furto de Material Biológico

Juíza ressalta condições pessoais favoráveis e medidas cautelares adequadas para a soltura da docente.

João Pereira27 de março de 2026 às 08:50
Liberdade Provisória para Professora da Unicamp Após Acusação de Furto de Material Biológico

A professora Soledad Palameta Miller, vinculada à Unicamp, foi liberada após ser presa em flagrante pela Polícia Federal, sob a suspeita de ter furtado material biológico no Instituto de Biologia em Campinas. A decisão foi tomada durante audiência de custódia.

Considerações da Decisão Judicial

A magistrada responsável pela análise do caso pôs em evidência que a prisão preventiva é uma medida excepcional no sistema brasileiro, devendo ser evitada quando há outras opções cautelares que possam garantir a ordem e o andamento do processo. No caso de Soledad, os elementos levados em conta incluem sua residência e emprego fixos, além da ausência de antecedentes criminais.

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A prisão preventiva deve ser aplicada com cautela, considerando outros meios disponíveis para a manutenção da ordem.

Magistrada

Embora os crimes cometidos envolvam riscos biológicos, não houve violência ou ameaça direta.

Ação do Ministério Público

O Ministério Público Federal manifestou-se a favor da liberdade provisória da professora, indicando a possibilidade de medidas restritivas.

Condicionantes da Liberdade Provisória

Apesar da concessão da liberdade, a juíza reconheceu a existência de evidências do crime e indícios que ligam Soledad à autoria dos delitos. Como condição para sua soltura, foram impostas restrições que incluem:

  • 1Pagamento de fiança
  • 2Proibição de sair do país
  • 3Comparecimento obrigatório às audiências

A professora responderá em liberdade pelos delitos de furto qualificado, fraude processual, transporte irregular de organismos geneticamente modificados e por expor a saúde ou vida de terceiros a perigo.

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