STF nega recurso de promotor condenado por feminicídio em MG
André Mendonça vota por manutenção da condenação de 22 anos de prisão

O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, decidiu rejeitar um recurso apresentado pelo promotor de Justiça André Luís Garcia de Pinho, que foi condenado a 22 anos de prisão por matar a esposa, Lorenza Maria de Pinho, em abril de 2021, em Belo Horizonte.
A Segunda Turma do STF está analisando um recurso de Pinho em um plenário virtual. Entretanto, Mendonça argumentou que não existem omissões ou contradições a serem esclarecidas, e também votou pela certificação do trânsito em julgado do caso, indicando que não há mais possibilidades de apelação.
✨ Os votos dos ministros Gilmar Mendes, Luiz Fux, Dias Toffoli e Kassio Nunes Marques ainda estão pendentes e devem ser proferidos até a próxima terça-feira.
André Pinho foi condenado em março de 2023, após o Tribunal de Justiça de Minas Gerais considerar que ele matou Lorenza por envenenamento e asfixia mecânica, em um cenário de violência doméstica, caracterizando feminicídio. A acusação do Ministério Público ressaltou que Pinho utilizou uma combinação letal de medicamentos e álcool para cometer o crime.
"Não se pode impunemente eliminar a vida de alguém em circunstâncias tão terríveis como a que aconteceu. Está nas mãos deste tribunal evitar que esse crime seja alcançado pela impunidade.
Contexto do Crime
O crime ocorreu em um apartamento da família, onde o casal vivia com seus cinco filhos. A condenação foi unânime entre os desembargadores, que destacaram a gravidade da violência.
Leia Também
Não perca nenhuma notícia!
Receba as principais notícias e análises diretamente no seu email. Grátis e sem spam.
Gostou desta notícia? Compartilhe!
Mais de Justiça

Gilmar Mendes solicita investigação de Alessandro Vieira por abuso de autoridade
Ministro do STF reage a indiciamento proposto por senador na CPI

STF exige expulsão imediata de PMs condenados por atos golpistas
Ministro Alexandre de Moraes ordena que cinco policiais deixem a corporação

Advogada argentina retorna após caução e critica leis brasileiras
Agostina Páez classifica legislação brasileira como severa

Edson Fachin Responde a Relatório do Congresso dos EUA sobre Liberdade de Expressão no Brasil
Presidente do STF critica distorções e reafirma compromisso com a liberdade de expressão.





