Café sobe com tensões no Oriente Médio e safra brasileira em foco
Os preços do café refletem preocupações com transporte marítimo e oferta.

O mercado do café apresenta valorização nesta manhã de segunda-feira, 6 de abril. Os contratos para entrega em maio de 2026 registram uma alta de 0,86%, cotados a 2,9780 dólares por libra-peso.
As cotações estão em um tênue equilíbrio. Embora a expectativa de uma safra recorde no Brasil ofereça pressão, o prolongado conflito no Oriente Médio, que já dura mais de um mês, impacta a logística global no transporte marítimo, especialmente com a obstrução do Estreito de Ormuz.
Desempenho de Outras Commodities
O cacau mantém uma tendência de estabilidade, com contratos para maio de 2026 apresentando uma leve queda de 0,1%, cotados a 3.241 dólares por tonelada. Em contraste, o açúcar apresenta uma pequena alta, com contratos negociados a 15,02 dólares por libra-peso, um aumento de 0,2%.
O algodão, por sua vez, opera em alta, com preços para maio de 2026 subindo 0,48%, sendo vendidos a 71,24 centavos de dólar por libra-peso. Já o suco de laranja vê uma retração nos contratos, que caíram para 1,9275 dólares por libra-peso, apesar de registrar a maior alta de 1,38% na última negociação.
✨ O Estreito de Ormuz, chave para o transporte global, segue obstruído, afetando a oferta.
Leia Também
Não perca nenhuma notícia!
Receba as principais notícias e análises diretamente no seu email. Grátis e sem spam.
Gostou desta notícia? Compartilhe!
Mais de Mercado Financeiro

Movimentação mista nos mercados agrícolas afeta preços de commodities
Mudanças climáticas e geopolíticas impactam volatilidade do setor

Reação do Mercado à Ameaça do Presidente Trump Contra o Irã
Ibovespa e dólar são impactados por declarações de guerra

Perspectivas Delicadas para Moedas Latinas em Meio ao Conflito no Oriente Médio
Analistas projetam queda nas principais divisas da América Latina em abril devido a tensões geopolíticas e políticas monetárias cautelosas.

B3: Previsão do Ibovespa tem 79 Ativos e Quatro Exclusões
Índice passa por revisão e exclui ações de quatro empresas na primeira prévia.





