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Jeep Avenger inicia produção no Polo Automotivo de Porto Real

Produção marca nova fase de veículos eletrificados na Stellantis

Gabriel Rodrigues06 de julho de 2026 às 12:20
Jeep Avenger inicia produção no Polo Automotivo de Porto Real

A produção em série do Jeep Avenger foi oficialmente iniciada pela Stellantis na sua unidade de Porto Real, localizada no estado do Rio de Janeiro. Este SUV compacto é o primeiro modelo da fábrica a incorporar um sistema híbrido leve de 12 volts, além de ser o marco que dá início a uma nova plataforma de fabricação de veículos eletrificados pela montadora no Brasil.

Investimentos e Modernização

O lançamento do Avenger foi celebrado junto com as festividades dos 25 anos do Polo Automotivo de Porto Real. O projeto faz parte de um ciclo de investimentos de R$ 3 bilhões, destinados à modernização e ampliação da planta até 2030. Esse montante está incluso em um plano maior de R$ 32 bilhões que a Stellantis planeja aplicar na América do Sul.

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Num momento em que a categoria de B-SUVs dá um salto e cresce quase 80% no nosso país, nós assumimos novamente o protagonismo e iniciamos hoje um novo capítulo para a marca e para a Stellantis: o início de produção do Novo Jeep Avenger

Herlander Zola, presidente da Stellantis para a América do Sul.

Novo Jeep Avenger conta com motor 1.0 turbo flex e tecnologia híbrida leve, minimizando emissão de poluentes.

Detalhes Técnicos do Avenger

O modelo é equipado com um motor 1.0 turbo flex e um sistema híbrido leve que utiliza uma pequena bateria para auxiliar o motor a combustão em diversas situações, ajudando na economia de combustível sem permitir que o carro funcione somente com energia elétrica.

Geração de Empregos e Nova Cadeia de Fornecedores

Para atender à demanda de produção do Avenger, a Stellantis introduzirá um segundo turno de trabalho na fábrica de Porto Real, o que criará aproximadamente 800 empregos diretos e outros 450 postos em empresas fornecedoras. Além disso, a montadora informou a instalação de oito novos fornecedores no complexo, aumentando a operação para 13 empresas responsáveis por fornecer componentes para os veículos.

A ampliação da rede de fornecedores é estratégica para reduzir a logística de transporte de peças de outras regiões, aumentar a proporção de componentes fabricados no Brasil e fortalecer a cadeia automotiva no Rio de Janeiro.

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