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Mato Grosso fortalece comércio com Noruega em 2025

Parceria comercial supera 49 milhões de dólares, destacando soja e fertilizantes

Acro Rodrigues02 de julho de 2026 às 13:15
Mato Grosso fortalece comércio com Noruega em 2025

Mato Grosso e Noruega, apesar de estarem em lados opostos no campo na Copa do Mundo, estabeleceram uma relação comercial significativa em 2025. O estado brasileiro exportou soja para a Noruega enquanto importou fertilizantes, essenciais para sua produção agrícola.

Dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), compilados pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), mostraram uma movimentação comercial de US$ 49,25 milhões entre Mato Grosso e Noruega no último ano. Dessa quantia, US$ 45,26 milhões referem-se a exportações do estado e US$ 3,99 milhões a importações, resultando em um saldo positivo de US$ 41,27 milhões.

A soja foi o carro-chefe das exportações, com 105,8 mil toneladas embarcadas, gerando uma receita de US$ 44,6 milhões. A carne bovina também teve participação, com 42 toneladas exportadas e um faturamento de US$ 670 mil.

Por outro lado, Mato Grosso importou 10,4 mil toneladas de fertilizantes da Noruega, que resultaram em aproximadamente US$ 4 milhões em gastos. Essa dinâmica reflete como o estado brasileiro abastece o mercado internacional com produtos agrícolas e, ao mesmo tempo, busca insumos fundamentais para manter sua produtividade.

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O comércio internacional do agro não se resume à exportação de commodities. Ele também envolve a aquisição de produtos fundamentais para garantir competitividade dentro da porteira.

Cleiton Gauer, superintendente do Imea

Mato Grosso destaca-se como um protagonista do agronegócio global, diversificando parceiros e mantendo estabilidade em suas relações comerciais.

Contexto Comercial

A Noruega é reconhecida por suas exigências em sustentabilidade e rastreabilidade nas práticas agropecuárias, o que pode beneficiar Mato Grosso ao buscar mercados mais exigentes.

Mato Grosso, como maior produtor de grãos do Brasil e um dos principais exportadores de carne bovina, precisa atender a essas demandas. A competitividade do estado depende cada vez mais da combinação entre eficiência produtiva, boas práticas e inovação tecnológica.

Com o foco na sustentabilidade, o agronegócio no estado é incentivado a demonstrar não apenas a quantidade produzida, mas também os métodos utilizados, aumentando sua competitividade em mercados exigentes.

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